quinta-feira, 26 de junho de 2014

Todos nascidos antes de 1986 devem ler este artigo. Os jovens também!

Achei fantástico esse texto. Ah! Eu também sorri! rsrs
Compartilho com muito prazer aos "bens nascidos".

--



De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebê eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo, altamente tóxicas, que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.



Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas à prova de crianças, ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas numa boa.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes, cotoveleiras e joelheiras, e olha que mertiolate ardia mais do que ácido!
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos de segurança e airbags, ir no banco da frente era um bônus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não de garrafa, que na época nem vendia.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e outras porcarias mas dificilmente engordávamos porque estávamos sempre loucos para brincar na rua com os amigos.
Partilhávamos garrafas e copos com dezenas de colegas e nunca morremos disso.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pela rua mais íngreme, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar algum tipo de freio.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer. Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box, nada de 100 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, celulares, computadores, DVD, Chat na Internet.
A Tv pegava no máximo globo, sbt e manchete!
Tínhamos amigos e para vê-los era só ir pra rua.
Caíamos de muros e de árvores, nos cortávamos, até partíamos ossos, apertavamos as campainhas dos vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Tudo isso sem ninguém processar ninguém!
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamãe ou o papai nos levassem.
Criávamos jogos com simples paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem.
Eles estavam era do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?
Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças!
Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostariam de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho… E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades e nasceram em 1986, ou depois, chamam-se “jovens”!
Nunca ouviram “we are the world”.
Para vocês sempre houve uma só Alemanha e um só Vietnã.
O HIV sempre existiu.
Os CD’s sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo foi um Deus da dança.

Acreditam que “Missão impossível” e “As Panteras” são filmes da atualidade.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão preto e branco e quem tinha era rico.

Agora vamos ver se estamos ficando velhos:

1. Entendes o que está escrito acima e sorri?;
2. Precisas dormir mais depois de uma noitada?;
3. Os teus amigos estão todos casados?;
4. Se surpreende ao ver crianças tão a vontade com computadores?;
5. Se lembra da novela “dancing day”?;
6. Encontra amigos e falas dos bons e velhos tempos?;
7. Vai encaminhar este texto para outros amigos porque achas que vão gostar?

Se a resposta é COM CERTEZA para a maioria dos, SIM, ESTAMOS VELHOS (heheheh)…

Mas tivemos uma infância maravilhosa.

Autor: Maro Mannes

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Você já amou como se não houvesse o amanhã? - Marcelo D2




Você já amou como se não houvesse o amanhã?
Aquele amor que quando bate cê perde o medo da morte?
E quem foi que disse que não existe o amanhã
E se esse amor ainda tá lá, ai cê é um cara de sorte, hein?
Nem sempre a gente escolhe o caminho certo
Não consegue ou não tá esperto
Porque o certo nem sempre está perto
Perto, digo, aos olhos do coração
Não se pode ter tudo e nem tudo que se
tem está ao alcance das mãos
Ninguém aguenta ouvir os outros reclamar
Ninguém aguenta mais ouvir os outros reclamar
Chega pra cá, então, que eu vou te dar um plá
Vamos lá, vamos lá wake up que é a hora de acordar
Sei que cê tá e todos estamos na luta
Cê tem uma boca e dois ouvidos, filhão, então escuta
A coisa aperta e cê já quer meter o pé
Vai me dizer que cê prefere o ódio ou o amor, neguinho, coé?

Você diz que amor não dói, amor dói no coração (x4)

Então
Mais uma vez o bem vem correndo por fora
Sem novela, fera, agora chegou a nossa hora
Disfarça e chora mas não core da treta
E nem venha me dizer que a coisa aqui está preta
Meu Caro amigo, me acompanhe, por favor
É tanto hipócrita nesse mundo que os bons acabam
entrando no jogo
Esse é o jogo, brincou com fogo
O sol nasce para todos mas a sombra é pra poucos
O legal agora é tirar onda de careta
Diz que não fuma maconha mas se junta com os picaretas
Julgando os outros, metendo o pau
Eu sei que o amor faz bem, eu sei que o amor vence o mal
Eu sou daqueles que são chamados de louco
Mas quando entram no jogo não se contentam com pouco
Dado o recado, não entro em parada errada
Sem essa de pecado
Então vem comigo, molecada

Você diz que o amor não dói, amor dói no coração (x4)

Cê já amou como se não houvesse o amanhã?
Aquele amor que quando bate cê perde o medo da morte?
E quem foi que disse que não existe o amanhã
E se esse amor ainda tá lá, ai cê é um cara de sorte, hein?

Você diz que o amor não dói, amor dói no coração (x4)

terça-feira, 3 de junho de 2014

Segunda-primeira-velha-imprenssão.

25 de Março - SP


São Paulo, 25 de Maio de 2014, 07:55am. Desembarco do avião. Com as pernas bambas, pálido-acinzentado, ainda meio atordoado e um leve alívio. Pronto! Acabei de perder o cabaço e voado pela primeira vez hahaha... Eu já havia morado em SP há uns 18 anos atrás, e não, não me lembrava de quase nada. Piá novo!

Apesar de andar nas ruas com um certo medo e virando a cabeça pra trás igual coruja, eu estava boquiaberto com os arranha-céus. Andando nos metrôs, observando a correria, a diversidade cultural e racial dos paulistanos. Acho que tem mais chinês em São Paulo do que na própria China - risos! "Cidade fria, cinzenta, pessoas sem educação, assaltos-express, informações erradas e não gostam de mineirim!". Quem me falou isso, certamente foi à São Paulo através dos telejornais que só mostram o lado ruim das coisas. Creio que há problemas desse tipo em qualquer lugar do mundo. Meus olhos foram treinados para enxergar tanto o bem quanto o mal, mas procuro ver sempre mais o lado bom de tudo, porque o mal é visível para qualquer um. 
Chegando no endereço de hospedagem (a casa da minha mãe R), ouvir um som familiar - "Car#%** é duelo de Mc's!!". Curtir uma batalha, um showzinho de rock, reggae e um sambinha de raiz. Tudo isso de um palco que estava montado no meio da rua.

O que eu gostaria de compartilhar é que viajar é bom demais pra alma, cabeça, melhora até a saúde. Fui logo ali em Sampa e já sinto levemente uma mudança no espírito. Sim, não há nada melhor do que a nossa cama, o nosso companheiro travesseiro, nosso quarto e a nossa casa. Mas sentir-se bem por fazer o que o coração manda, é o melhor de todos os confortos. "Vlw Sampa, cê é foda, Meu!".  - See you at the next stop! ;)